FLT PROMOVE A 1ª SEMANA DE CONSCIENTIZAÇÃO ÉTNICO-RACIAL

Entre os dias 03 a 07 de outubro, a FLT promoveu alguns momentos de reflexão sobre a questão étnico-racial, destacando as culturas africanas e indígenas.
A 1ª Semana de Conscientização Étnico-Racial da FLT é parte importante de suas ações planejadas no PDI [Plano de Desenvolvimento Institucional 2016-2020]. A motivação para promover essa semana está acima de tudo no próprio Evangelho de Jesus Cristo, que não faz distinção de pessoas, tribos, raças e nações. Pelo contrário, a partir de vários textos bíblicos, como por exemplo, Apocalipse 7.9, fica claro que pessoas de todas as nações, tribos, povos e línguas, estarão um dia em pé diante do Cordeiro. Essa semana especial também atende às diretrizes curriculares nacionais para o estudo da Teologia, bem como diretrizes do Ministério da Educação de forma geral, que prevê a abordagem sistemática e planejada da temática étnica-racial, principalmente no que se refere às culturas indígenas e afro-brasileiras.

Nesse sentido, já nos dias 15 e 16 de setembro, a turma do oitavo semestre do curso de bacharelado em teologia da FLT teve o módulo da disciplina de Educação Étnico-Racial e Cultura Indígena e Afro-Brasileira, com a Profª Meª Angela Natel. Além das discussões sobre o racismo e ações da igreja para combater qualquer forma de discriminação étnico-racial, a mesma turma elaborou o culto desta quarta-feira, dia 05 de outubro. O estudante Robson F. de Souza trouxe a pregação neste culto, baseada em Atos 10.25-28, 34-35.
Na quarta-feira à noite, a FLT recebeu com alegria a visita de Gustavo Hellwig, missionário da MIAF (Missão para o Interior da África), que compartilhou seu ministério e de sua família, desde 2012, entre povos africanos na cidade de Nairobi, no Quênia. http://www.hellwig.com/
Na quinta-feira à tarde, foi a vez de abordar o tema da cultura indígena no Brasil e o trabalho missionário desenvolvido com essas etnias. A FLT teve a alegria de ouvir o missionário Martin Höffer, da DIPM (Deutsche Indianer Pionier Mission - no Brasil: MEU - Missão Evangélica Unida), que morou durante 12 anos na tribo Cinta Larga, na Rondônia, norte do Brasil.

A FLT tem consciência e a convicção de que o tema racismo precisa ser mais debatido e combatido, não apensa no contexto acadêmico teológico brasileiro, mas tem também a convicção de que essa discussão não pode ter um fim em si mesma. Pelo contrário, motivados pela pregação de Robson, se Deus não faz acepção de pessoas, como dito em Atos 10.34, toda discussão sobre as culturas étnico-raciais, racismo e discriminação étnica devem redundar em missão e evangelização. Por isso, essa foi a tônica dada na 1ª Semana de Conscientização Étnico-Racial. Só quem venceu as barreiras do racismo, pelo Evangelho de Jesus Cristo, pode levar o Evangelho às pessoas de todas as culturas e etnias.

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